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Mostrando postagens de Maio, 2010

Ao eterno...

Obrigado...

Obrigado, não! Obrigada!

Obrigada por me deixar compartilhar por alguns segundos a tua dor, obrigada por durante todos esses anos ter se tornado meu eterno...

Nossas vidas seguiram caminhos diferentes e acabamos por nos encontrar apenas no momento da dor, no momento da fraqueza e, posso lhe afirmar que se pudesse nunca mais te encontraria, para nunca mais te ver chorar. Se não fosse impossível desejaria que tivesse sido esse nosso último encontro, mas a vida não segue pelas regras que ditamos, construimos e escolhemos nossos caminhos, mas sempre existira um fim, fim que esse que não queremos, fim que não sabemos aceitar apesar de já saber.

São tantos tropeços, arranhões e cicatrizes que ganhamos nessa vida tentando aprender ou aprendendo alguma coisa, sentimos nossa alma ser marcada a ferro e fogo em algumas circunstancias e achamos que nada mais tem sentido, que de nada mais vale fazer o que quer q possa ser feito. Nos tiram pessoas do bem e nos rodeiam com mal feitores, nos …

...

Deixarei então, toda vez que me vir à tona, as lágrimascaírem.

Os sentimentos mais ocultos nunca mais tomarão as rédeas desses novos dias...

Deixarei então, toda vez que me vir à tona, a vontade falar por mim

Os sorrisos bobos e passeios de fim de tarde nunca mais serão interrompidos por pensamentos descriminalistas

Deixarei então, toda vez que me vir à tona, o mundo seguir seu curso

Nenhum dia será como foi ontem, nenhum momento será como foi agora, nenhuma palavra será interpretada dessa forma...

Deixarei então, toda vez que me vir à tona, meus gritos ecoarem

Golpe de inspiração

Senti como se a sola dos seus dois pés se encontrassem com meu peito, pude ouvir o baque que ecoou em minha caixa toraxica, tudo por ter lido aquelas tuas "simples" palavras, tudo por ter, após toda essa informação, a certeza de que vestir a mesma mascara não me cabe mais, não me pode mais suprir...

- Tempo para ecoar no ar os gritos imaginários no espelho

Esse poderia também se chamar de golpe de realismo. Um caminhão pipa caiu sobre minha cabeça, desfez-me em pedaços e as palavras que nunca diria olhando-me em um espelho foram cruelmente empurradas goela a baixo. Nem mesmo as outras vozes tão presentes são capazes de calar teus gritos literários da minha mente. O pior ou melhor é ter descobrido tudo isso pelo desconhecido, ter sentido tudo isso através de quem certamente sabe, mas não faz ideia de como existo, de como sou... São simplesmente palavras perdidas e enfileiradas formando um contexto de tudo aquilo que eu realmente estava esperando ouvir/ler/compreender assinadas …

Reflexão e passado

E foi assim, depois de uma discussão boba de irmãs mais uma vez me deixei a solidão, qual já estou mais do que acostumada em estar.

Entre vídeos e um mundo virtual que facilita a chegada de noticias nem sempre tão bem vindas me deixei levar ao passado, me lembrei daquele sorriso meigo e inocente e por alguns momentos isso foi suficiente para esquecer festa "bacanal" do vizinho. Em um instante de insanidade me levantei decidida em te ligar pra dizer que absolutamente tudo o que vivemos ainda me faz falta e deixei muito pra te dizer preso em entrelinhas da nossa última conversa, por sorte retomei a consciência quando vi que não tinha mais teu telefone anotado na agenda do celular, apaguei sei lá porquê. Deve ter sido em um daqueles dias que me decidi nunca mais pensar em você ou talvez em qualquer noite em que acreditei que poderia te esquecer.

Mas hoje, em especial, queria ouvir tua voz ao vivo, queria sentir aquele abraço acolhedor e sem medo me entregar a tuas provocações...