O tempo foi suficiente para gerar uma vida, mas ele o fez diferente, preferiu mudar a vida que já existia. Não era mais o fato de estar ou não ali, existia algo maior, uma força maior. Era noite quente de maio e ela baixinho dizia "liberdade"... E lá se disse um tchau com peso de adeus e gosto de até logo. Naquela noite banhou seu rosto com secas lágrimas que insistiam em correr invisíveis e mergulhou num abraço que afogou suas mágoas. Morria ali: esperança, fraquezas e tristezas. Voltou então ao seu lar e no caminho passou o passado, o presente e viu o futuro... Um ou dois? tragos e garrafas sorrisos ou choros? sonhos e tormentos como o ar, cometa perfeito, amor cadente, explorador Beijo doce não sentido. Agora a vida segue por não se sabe onde, mas segue. E fica o amanhã para ser descoberto. "boa sorte" ela ainda diz, vida nova lhe espera.
"Temo por te amar e esse amor não lhe ser bem quisto."