"vou escrever sem pensar... vou deixar apenas a voz do coração falar nem mesmo os sussuros não vou mais ignorar pois prefiro me arrepender e chorar do que se quer não sentir o sabor do tentar..." Ela me guia para o inesperado previsível, ela me faz andar na direção proibida, ela renova minhas histórias com finais incertos... foi essa voz que me vez viver. Reviver intensamente cada novo momento em que se entrelaçavam mãos e dedos, deixar lembranças marcadas a ferro e fogo dessas paixões que por ora são inventadas pelo simples fato de seguir a primeira palpitação que o coração dá. Desapego do "medo de errar", errando ou acertado eu vou sempre tentar. É nesse mesmo instante que tomo a prova de que não é justo apenas esperar, posso agir e não me preocupar... Se estiver errada vou aprender. As vezes pairam dúvidas e por mais "desapegada" que me declare eu já ganhei pequenas cicatrizes por me deixar levar, mas são pequenas, quase imperceptíveis quando damos boas...
"Temo por te amar e esse amor não lhe ser bem quisto."