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O que mudou

Naquele dia eu não imaginava que encontraria mais a noite a pessoa que faria meus dizeres se enrolarem. Mas eu o conheci. Assim que ele chegou fez meu olhos brilharem e eu o quis de uma forma que todo o resto do mundo parecia não existir mais. Fomos apresentados e ele disse aquele conjunto de palavras que a gente escuta, mas não entende e só concorda. Eu tinha sido enfeitiçada, aqueles segundos que nos olhamos me pareceu uma eternidade, sentia como se flutuasse, naquele momento eu havia encontrado minha paz.

A gente se esbarrava, se olhava e o silêncio nos cercava.

Chegou a hora que eu tinha que encarrar e enterrar de vez o meu tormento e, mesmo somente hoje entendendo isso, eu só consegui fazer porque aquele sorriso me encorajou a ir em frente.

As horas se passaram e lá estávamos sentados ao luar e começamos a descobrir quem eramos, o que fazíamos e do que gostávamos. Era tudo igual... E foi já nessa hora que ele me marcou - uma cicatriz verdadeira que resiste a longos dois meses - mas ele já tinha feito outras marcas invisíveis que só quando foi tarde eu percebi.

Ele havia me conhecido há menos de 6 horas e já me dizia tudo o que eu precisa ouvir. Todas as verdades que eu tinha medo de encarrar ele despejou no meu colo, mas o fez de uma forma que elas não pesaram, não machucaram e se tornaram simples de aceitar.

Naquela noite, eu encontrei um amor. Um amor daqueles que a gente sabe que nunca mais vai esquecer, porque ele foi puro, inesperado, mágico. Foi inocente, inconsequente e verdadeiramente verdadeiro. Naquela noite minha vida inteira se modificou. Nos beijamos timidamente e sem saber do amanhã demos inicio a mais linda e perfeita das histórias. Meu príncipe encantado estava ali, me confortando com suas palavras, me acolhendo nos teus braços e me mostrando um infinito de possibilidades.

Hoje deveríamos comemorar, mas só me restou brindar a tristeza junto ao vazio da solidão.

"E eu sinto tanta falta que as vezes fica difícil respirar"

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